Regina Casé volta aos palcos com “VIVA! VIDA!”, espetáculo que reflete sobre a história da vida na Terra

Novo solo da atriz estreia em julho no Teatro Sérgio Cardoso e mistura ciência, humor e poesia em uma jornada pelo planeta
Regina Casé está de volta aos palcos de São Paulo com “VIVA! VIDA!”, novo espetáculo solo que estreia no dia 09 de julho no Teatro Sérgio Cardoso. A montagem propõe uma viagem pela história do planeta, passando pela origem da vida até os desafios do mundo contemporâneo.
Escrito por Estêvão Ciavatta Pantoja e dirigido por Daniela Thomas e Estêvão Ciavatta, o espetáculo une ciência, meio ambiente, tecnologia e ancestralidade em uma narrativa conduzida pelo humor e pela sensibilidade da atriz.
Em cena, Regina conecta diferentes conhecimentos para refletir sobre a relação da humanidade com a Terra, abordando temas como natureza, espiritualidade e o futuro do planeta. A montagem nasceu a partir de conversas da artista com pesquisadores e colaboradores, transformando curiosidade e descobertas em uma experiência teatral.
“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava. Assim foi nascendo o roteiro”, afirma Regina Casé.

Com classificação livre e duração de 90 minutos, “VIVA! VIDA!” terá sessões de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 17h, até 02 de agosto. O espetáculo chega ao público com a proposta de provocar reflexão, emoção e consciência sobre o papel de cada pessoa no planeta.
Sinopse da peça:
Em “VIVA” VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e uma sensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.

