23 de maio de 2026

“Michael”, cinebiografia do rei do pop, estreia com bilheteria recorde e divide a crítica

Quem diria: o cinema voltou a ficar lotado. Foi exatamente isso que aconteceu com o filme “Michael”. Muitos espectadores correram às salas para conferir a história do rei do pop, gerando grande repercussão nas redes sociais. Tudo isso na contramão da opinião da crítica — e os números de bilheteria nos primeiros dias em cartaz reforçam esse sucesso.

“Michael” alcançou a impressionante marca de US$ 97 milhões (cerca de R$ 483,1 milhões) em seu primeiro fim de semana de estreia nos Estados Unidos. No desempenho global, o filme soma US$ 217,4 milhões (aproximadamente R$ 1,08 bilhão) ao redor do mundo — um sucesso absoluto.

Imagem: Michael/Divulgação

Apesar do desempenho nas bilheterias, a recepção da crítica especializada não foi positiva. No Rotten Tomatoes, o longa registra apenas 38% de aprovação entre jornalistas, com muitas reclamações sobre uma abordagem considerada excessivamente “higienizada” da vida do cantor. Por outro lado, o público aprovou: o filme conta com 97% de aprovação na plataforma, além de nota 7,7 no IMDb.

O longa acompanha a trajetória de Michael Jackson desde seus primeiros passos como integrante do Jackson 5 até o auge de sua carreira como um dos maiores artistas da história. Jaafar Jackson, sobrinho do cantor na vida real, interpreta o protagonista. O final deixa brechas para possíveis continuações e, diante da forte repercussão, uma sequência não parece improvável.

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